quinta-feira, 27 de maio de 2010

Whatever tomorrow brings...

"Ame o cão que late, não o cão que parte"








quinta-feira, 13 de maio de 2010

Be love.

Oh he's slipping away I always reach when I'm thinking of words to say! Oh the things he does make it seem like love but it's just a game and I like the way that we play (...)

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Coração (semi) partido.


faz um tempo. Quer dizer, um tempo não.. já fazem 6 meses que nós não nos vemos, nem nos falamos. Triste pra quem dizia que amava tanto, péssimo pra que sentia esse amor e não falava. Não vou negar, às vezes fico fantasiando com você. Fantasiando como nós estariamos agora, depois de 6 meses. Acho que nós nem estariamos juntos mas isso não importa, o que importa é que se não tivesse acabo de jeito que acabou, estariamos nos falando até hoje. E eu me lembro de como eu gostava de conversar contigo. Você ria das coisas que eu achava engraçado e sabia chorar junto comigo quando eu passava por algum momento de agonia. Me lembro do dia em que você se machucou, eu perguntei em anônimo o que havia ocorrido, você respondeu. Passado algumas horas, resolvi te ligar. Acabei confessando que fora eu que tinha perguntado, você riu e disse "eu sabia que tinha sido você". Claro que sabia, eu era (sou) a pessoa que mais se importava com você. Lembro também, das nossas últimas horas juntos... deitados na cama. Nós já haviamos nos separado, mas tem aquela coisa... só termina quando há muita dor e nenhum carinho. Estavamos nós, no meio do nosso milésimo beijo apaixonado do dia... algo me puxou para a realidade. Não era certo, não era bom! Levantei, virei de costas. Não queria te olhar... e logo senti algo me puxando. Era você! Você me puxou, encaixou o meu rostou suavemente no seu peito me abraçando e começou a acariciar minha cabeça dizendo "Calma, não chora". E eu chorei, mas uma vez na sua frente. Minutos depois, decidi ir embora. Peguei meu casado e saí andando. Começamos a discutir outra vez. Você disse que nós, mulheres, sempre queremos nos fazer de vítima e que a culpa não era sua. Claro, a culpa nunca foi sua. Eu, por minha vez, não conseguia dizer nada... aliás, nada do que eu falasse iria adiantar. Simplesmente, pedi um abraço. E você me disse "não consigo te abraçar, sem te dar amor" e assim tudo entre nós havia acabado. Mas me diz, se pra você realmente esquecer uma pessoa na minha idéia sobre o amor tem que haver muita dor (e teve) e não pode restar mais nada do carinho e do amor. Em mim ainda resta, muito amor... então quer dizer que não acabou? Pelo menos pra mim...


Cassie: Sabe o que é pior do que coração partido? Não se lembrar como você se sentia antes. Tente manter esse sentimento... Porque se ele for embora, nunca volta.

Chris: O que acontece então?

Cassie: Você vira um peso morto para o mundo. E para tudo que há nele.



segunda-feira, 10 de maio de 2010

It.

Adoro carinho, mas não consigo viver com a pressão que um dia todos devemos achar o amor. Eu nasci amor e vou morrer amor. Meu sobrenome é amor. Não preciso procurar algo que está aqui, sempre esteve! Deve ser porque eu amo diferente, amo errado, amo aquilo que não devia ser amado. Amar a liberdade? Não. Amo algo que ainda não sei o nome, mas que me maltratada, me dá canos e me deixa a sua espera toda arrumada em uma sexta à noite. Algo que quando vem, me beija a boca, me faz ter arrepios e depois se despede com um suave beijo apaixonado. Ah, se eu soubesse o nome disso... Se eu soubesse o nome disso, de repente não seria tão errado amar e talvez todas as pessoas do mundo poderiam amar também. Mas eu não sei. E enquanto eu não souber, as pessoas no mundo vão gastar o amor por aí, transformar o amor em clichê. Enquanto eu continuo amando esse It que tanto me faz sofrer e morrer de amor.